terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ao som de Naná Vasconcelos

Ê Naná, ê Naná, ê Naná!

Bate bombo e saculeja, vale tudo, bê-a-bá !

Ê Naná, ê Naná, ê Naná!

Olha o tombo que azuleja, nunca mais um baobá!!!

Vento chama vento, tempo passa e o passo é tempo, manda aqui, manda acolá. E o que é que há na volta da calmaria cada noite em cada dia, tataritaritatá. E venha cá, manda ver lá no terreiro, só na luz do candeeiro o som do côco que é lunar. E manda já longe lá na freguesia um repente de alegria para a festa animar. 




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