Ê Naná, ê Naná, ê Naná!
Bate bombo e saculeja, vale tudo, bê-a-bá !
Ê Naná, ê Naná, ê Naná!
Olha o tombo que azuleja, nunca mais um baobá!!!
Vento chama vento, tempo passa e o passo é tempo, manda aqui, manda acolá. E o que é que há na volta da calmaria cada noite em cada dia, tataritaritatá. E venha cá, manda ver lá no terreiro, só na luz do candeeiro o som do côco que é lunar. E manda já longe lá na freguesia um repente de alegria para a festa animar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário